quinta-feira, 19 de maio de 2011

Causas da Ejaculação Precoce


Causas da Ejaculação Precoce?

Três causas principais que podem ser bem definidas:

Orgânica e Psicológica e Mista

A orgânica se deve principalmente a uma atividade reflexa anormal da glande peniana (hipersensibilidade), de onde provém os nervos responsáveis pela ejaculação. 
A característica cllínica é que o paciente geralmente sempre teve uma ejaculação mais rápida e nunca conseguiu pleno controle. O problema vem de muitos anos, geralmente desde o início da atividade sexual. Lógico que haverá uma variação ao longo da vida dependendo do estado emocional, do trabalho, do estresse, de problemas conjugais, entre outros. Mas de uma maneira geral o paciente relata que sempre foi um pouco mais rápido, deixando muitas vezes a parceira insatisfeita, em maior ou menor grau.
Pode ter outras cauasa como: inflamações da próstata, uretra e glande, tiroidopatias, entre outras.

A EP psicológica é súbita, geralmente com um fator desencadeante bem definido, com data e local relembrados pelo paciente. O paciente relata uma vida sexual satisfatória, com controle normal da ejaculação, mas que desde determinado momento começou a perder o controle sobre a EP. Pode ter várias situações desencadeantes como um problema no trabalho, financeiro, separação, viuvez, gravidez, nascimento de um filho ou abstinência sexual prolongada. Depois desta situação o paciente começa a ficar ansioso e com medo de ter novo episódio de EP e daí o problema começa a tomar uma proporção cada vez maior, até o pleno descontrole da vida sexual. Denomina-se isso de ansiedade de desempenho.

As mistas são quando a pessoa tem uma tendência a ser um pouco mais rápido, devido a um aumento orgânico da sensibilidade da glande do pênis e isso começa a gerar uma grande ansiedade de desempenho, gerando um quadro de EP.

Alguns profissionais superestimam a causa psicológica e acabam propondo erroneamente um tipo de tratamento.
O que se pode afirmar porém depois de centenas de pacientes atendidos ao longo de anos, é que realmente todo paciente, ou seja 100% deles, tem um componente psicológico associado. No entanto, atestar que quase a totalidade da EP é psicológica é, no mínimo, descabido. O fator psicológico acompanha, mas não é a causa do problema na maioria das vezes.
Talvez por este motivo os tratamentos não funcionem corretamente, pois o diagnóstico é feito de maneira equivocada.
Por isso é primordial o acompanhamento por um médico que esteja familiarizado com esta disfunção.

Dr. Luis Henrique Leonardo Pereira CRM 113703

d.leonardopereira@gmail.com
www.promedicalgroup.com.br


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